2016 é o ano da odontologia

O ano de 2015 foi bom para você, assim como foi para mim? Ao escrever um texto de “começo de ano” sei que não conseguirei agradar todos os leitores, sem dúvidas. Mas, a alegria ainda assim é muito grande em poder repensar tudo o que conseguimos alcançar, pois isso servirá de base para tudo o que teremos pela frente! Alegria? Sim.

Sei que alguns foram e continuam pessimistas com a Odontologia neste ano que passou e no ano que se inicia. Mas convido você a conhecer uma nova visão, a pensar comigo (junto) que o futuro não precisa ser o que dizem que será. Pois há muita gente que diz muita coisa.

Pois bem, primeiramente, enumero a seguir algumas situações que causaram certo constrangimento e pessimismo em diversos colegas cirurgiões-dentistas no ano de 2015:

– O Brasil aparentemente entrou numa nova crise política;

– A economia e o mercado comportaram-se com tanto receio que fez o movimento e a procura pelo seguimento de serviços em saúde (e em outros ramos também) diminuir muito;

– Diversos profissionais de outras profissões não autônomas foram despedidos e/ou dispensados de suas empresas, gerando uma redução de renda automática em muitos lares;

– Possivelmente sua secretária e seus possíveis sócios também perceberam que algumas dificuldades relacionadas aos negócios eram reais;;

– Um rio morreu (Rio Doce – ES);

– Poderia escrever páginas e páginas desta lista de pessimismos, mas resolvi parar por aqui.

São muitas as questões que assombraram os cirurgiões-dentistas durante o ano de 2015. Então, o que esperar da Odontologia em 2016? Espere o melhor.

Sério George? Li o texto até aqui para você me dizer uma palavra apenas, otimista e sem sentido aparente? Sério.

Minha sugestão principal, que sigo em todos os processos que decido passar, é que devemos nos lembrar de que a “dor” que sentimos é apenas a mudança mostrando (ou implorando) que precisa acontecer. Quando a situação de contradição coloca-se à frente do cirurgião-dentista, quando o novo desafio (quer seja por questões internas ou por questões externas) é perceptível e palpável, o movimento de deslocamento precisa ser feito.

“É como o asfalto quente, onde o movimento precisa acontecer para não nos queimarmos no chão ardente.” O entendimento “macro” do presente faz com que sejamos mais sábios em nossas escolhas e, principalmente, que sejamos mais realistas em nossas expectativas acerca do futuro. Não é a primeira vez que uma dificuldade nos ajudará a sermos mais unidos, com a nossa classe, com as nossas famílias; e também não será a última dificuldade que enfrentaremos!

Precisamos ter a audácia de sermos mais otimistas, pois para melhorarmos, precisamos ser. 

 

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Comentários

2 Comentários
  1. Olá, Doutor George Bueno. Eu sou um vestibulando de odontologia e inúmeras dúvidas me cercam sobre o curso de odontologia. Pois bem, lhe pergunto: se vale a pena todo investimento feito em odontologia ? Se sim, é uma profissão rentável em que se pode atingir uma estabilidade financeira? Desde já agradeço. Abraço e Sucesso!

    • Olá Ângelo! Primeiramente agradeço imensamente o seu contato, acredito que podemos sempre aprender muito uns com os outros! Sobre sua pergunta, vamos às seguintes respostas por partes. Sobre o custo financeiro e sobre o tempo despendido ao curso de Odontologia, sim acredito que ainda valha a pena. Sobre ser uma profissão rentável e sobre estabilidade, percebi recentemente que muitos colegas cirurgiões-dentistas queixaram-se comigo sobre uma menor procura no consultório, mas sinceramente, acredito que o nosso país foi atingido por este sentimento e a economia como um todo sofreu. Infelizmente o serviço público não consegue abarcar todos os profissionais que se formam (e falo de todas as profissões). Por fim, creio que todos os meus conhecidos que buscaram a excelência e acreditaram na Odontologia estão vivendo dela e estão crescendo, com menos rapidez do que há 20 anos, mas creio que vale para qualquer profissão também. Espero ter ajudado, abraços! George

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