Saúde financeira em momento de crise – Parte 2

Agora que já vimos como organizar os gastos básicos no primeiro artigo, vamos para uma fase muito importante: organizar uma reunião e compartilhar as informações com toda equipe. Assim podemos descobrir juntos outras formas de reduzir os gastos. Em primeiro lugar dê continuidade ao processo, anotando todas as despesas, as fixas e aqueles que, aparentemente, são irrelevantes. Esse cuidado faz toda a diferença. É importante entender onde e como você gasta o seu dinheiro. Faça o um diagnóstico preciso. Ele é importante porque revela detalhes que antes não eram percebidos. O equilíbrio financeiro só pode ser alcançado com a redução desses pequenos gastos. Você pode até achar que não há muito para ser cortado nas suas despesas, mas ao fazer o diagnóstico terá uma visão mais ampla e perceberá que realiza um bom número de ações de consumo de forma automática, muitas vezes sem perceber e registrar. É o caso da energia elétrica e das taxas de conveniência ao adquirir produtos pelo telefone. Um bom exemplo é o plano de telefone celular. Você tem certeza de que precisa incluir serviços mais sofisticados mesmo com as tais promoções? Tem certeza de que serão úteis, de que você vai realmente usá-los? E que não é possível passar sem isso?

Independentemente da sua classe social, você deve ter em mente que o X da questão é viver de acordo com o que ganha. É muito importante analisar seus hábitos de consumo e definir criteriosamente o que de fato é necessário e o que é dispensável. Esse é um exercício que não podemos deixar de fazer.

Consumir de forma consciente significa não sucumbir as tentações. Eu sei que muitas vezes não é fácil, mas separei algumas dicas:

  • Cuidado com o “Pague 1 e leve 2”

A ideia de ter algo gratuito é sedutora e pode nos levar a comprar mais do que precisamos.

  • Pense antes de comprar

A dica parece óbvia, mas muitas vezes tomamos decisões baseadas no impulso e que nos prejudicam mais tarde. Financiamentos são um bom exemplo, pois damos mais atenção ao valor das prestações – e se vamos conseguir pagá-las com o salário atual do que ao valor final, com os juros e a correção monetária.

  • Atenção aos gastos “invisíveis”

Você pode acabar gastando mais do que deve com pequenas coisas do dia a dia, como o cafezinho após o almoço, por exemplo. Depois quebra a cabeça para descobrir onde foi todo aquele dinheiro.

  • Compro, logo devo

Pense sempre nessa frase antes de comprar alguma coisa que não seja bem de valor, como uma casa ou um carro. Um exemplo: você viajou de férias com a família e exagerou nas compras com o cartão de crédito. No mês seguinte chega a fatura e você joga no rotativo para não atrasar a prestação da casa. Resultado: vai pagar juros muito altos. Então, aprenda com seus erros e na próxima vez pare para pensar e evite as dores de cabeça no futuro.

Nessa nova etapa rumo a conquista do equilíbrio financeiro, a ideia é descobrir qual é o seu padrão de consumo e refletir sobre seus hábitos. Certamente você identificará a necessidade de mudanças e adequações no seu estilo de vida e padrão de consumo aos seus rendimentos. Somente dessa forma conseguirá mudar o seu perfil de devedor para poupador.

 

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